quinta-feira, setembro 20, 2007

Apresentação da Equipa do Azarujense aos seus adeptos!

DOMINGO, 23 de SETEMBRO de 2007
ÀS 16 HORAS em AZARUJA

JOGO DE APRESENTAÇÃO DO AZARUJENSE
ÉPOCA 2007/2008


AZARUJENSE vs MONTE do TRIGO


Não Falte!!!!
Contamos com o seu Apoio!!!!

17 comentários:

Anónimo disse...

qual foi o resultado?

Anónimo disse...

0 - 6

Anónimo disse...

quase que ganhavam.... Fraquinhos.... nem menteram a informar o resultado...

Querem 750 euros...lol ... ok.. vao te los...

Anónimo disse...

Querem 750 euros?? do quê??

bencateleiro disse...

http://www.velhaguardascbencatelense.blogspot.com/

disse...

Saudações...
Venho convidá-lo a visitar o novo design do Águia-de-Ouro, com novo template, novos conteúdos e a qualidade de sempre ...

Parabéns pela capacidade de actualização constante no seu blog!


http://aguia-de-ouro.blogspot.com/

Obrigado!

Anónimo disse...

EQUIPA DIRECTIVA e COLABORADORES
António Salsinha
Emilio Franjoso
Passarinho
José Rodero
TREINADOR DO AZARUJENSE
Daniel Pinto
PLANTEL DO AZARUJENSE
Paulo Passarinho
Nuno Carvalho
Luis Ourives
Nuno Ricardo (Cap.)
Jaime Carvalho
Ricardo Augusto
Luis Pauzinho
Hugo Serradeiro (Sub.Cap.)
Bruno Oliveira
Hugo Figueiredo
Bandeira
Paulo Ricardo
Pedro Freixial
João Fonte-Boa
Salsinha
Paulo Rolo
Rui
Luis Patalona
Carlos Pereira
Miguel Calhau
Luis Carapinha

Anónimo disse...

Canaviais 1-2 Redondense
O Redondense deslocou-se no Sábado passado ao Campo dos Canaviais para participar na apresentação do clube local.
Esta foi uma partida onde o Redondense foi claramente superior ao adversário, mas o resultado só não evoluiu para números superiores por causa do árbitro da partida, se é k se pode chamar árbitro a este indivíduo, o Sr. Ourives, que pode perceber muito de móveis mas das leis da arbitragem não percebe nada.
O Redondense entrou bem no jogo e fez prevalecer a qualidade técnica dos seus jogadores, que foram sempre superiores aos adversários. Contudo o primeiro golo demoraria algum tempo a aparecer devido à exasperante capacidade da equipa de arbitragem que tinha o "dom" de descurtinar foras-de-jogo sempre que o Redondense atacava com perigo.
Mesmo assim, apesar da "boa arbitagem", o Redondense chegou ao primeiro golo através de um cabeceamento de Nuno Santos a corresponder da melgor forma a um cruzamento do Beira, após jogada de insistência no lado direito.
Após abrir o marcador, o Redondense chegou rapidamente ao 2º golo, que foi marcado por Nuno Santos outra vez que fez uma boa exibição.
Mas os Canaviais ainda conseguiram reduzir o resultado na 1ª parte, na marcação de um livre perto da grande área, onde a bola atravessou a área e foi entrar ao 2º poste, onde não estava nenhum jogador do Redondense a defender a baliza.
Na segunda parte o Redondense continuou a jogar melhor que os Canaviais mas não conseguiu alcançar o nível exibicional da 1ª parte.
Como a equipa do Redondense deixou de pressionar tanto a equipa dos Canaviais, estes começaram a criar mais perigo, curiosamente através de uma série de faltas no meio campo do Redondense, que o "Árbitro" conseguiu descortinar (acho que foi mesmo a única pessoa que conseguiu ver essas faltas).
Mas nesta altura destacaram-se Juary, um senhor do futebol distrital, que fez sobressair a sua experiência, e Almerindo, que estava em todo o lado do terreno, e que revelou estar já nesta altura com um "grande pulmão".
De salientar ainda que o Redondense falhou um penalty, que surgiu num lance caricato em que um jogador dos Canaviais na sequência de um pontapé de canto tocou com a mão na bola à frente do "árbitro". Este senhor viu o lance e nada assinalou, mas após uns 6 segundos a ouvir os protestos dos adeptos do Redondense lá se decidiu a assinalar o pontapé de grande penalidade.
Chamado a converter o penalty, o capitão Almerindo marcou o pontapé em jeito e enviou a bola ao poste.
Até ao final do jogo o "Homem dos Móveis" ainda fez questão de continuar a dar espectáculo, permitindo que os jogadores dos Canaviais fizessem várias faltas não assinaladas o que levou a que os jogadores entrassem em cenas mais impróprias.

Bastet disse...

http://www.sports-on-line.blogspot.com/


COMENTE!

Anónimo disse...

Para os portugueses, o penálti, mais que o golo, é o momento flagrante do espectáculo futebolístico. Atente-se no que se passou este fim-de-semana no grande dérbi na Luz, que terminou empatado sem golos pela primeira vez neste século: das grandes discussões que foram ‘espoletadas’ e foram rebentando em sucessivos meios de polémica gratuita, ninguém discutiu os golos que não foram marcados mas apenas os penáltis que não foram assinalados. Bizarro.

Neste enquadramento em que os árbitros, também chamados de ‘homens-penálti’, vão ocupando, não por opção deles, o lugar outrora destacado dos homens-golo, que desapareceram do horizonte futebolístico nacional, a baixa ‘produtividade’ que vêm revelando nos últimos anos tem de ser um caso de estudo. Por que motivo os árbitros assinalam cada vez menos penáltis se o número geral de faltas cometidas, de facto, não desceu?

A resposta mais simples e crua radica no medo – medo cénico, medo emocional, medo incompetente, a irreprimível angústia do árbitro diante do penálti – que vem acometendo as novas gerações de juízes, para quem a actividade em campo se defende muito melhor com faltas e faltinhas, discussões sobre pormenores burocráticos como a colocação da bola ou a fralda da camisola fora dos calções, através dessa irresistível arma defensiva que é o cartão amarelo, ponte de coragem para o cartão vermelho.

Na década de 90 do século passado, a fisionomia da ficha de um jogo de futebol alterou-se sobremaneira, com a secção dos cartões a ocupar as linhas que a tabela dos golos já vinha perdendo. Nos anos 80, ainda um campeonato tinha mais penáltis do que expulsões, por exemplo. No ano passado, foram expulsos 81 jogadores na 1.ª Liga e marcadas apenas 44 grandes penalidades – o total mais baixo em mais de 30 anos.

O número de ‘castigos máximos’ – a semântica terá ajudado ao cariz de monstruosidade que os 9,15 metros entretanto ganharam – vem baixando drasticamente ao longo deste século, depois de ter atingido em 2001-02 o recorde de 110, quando os árbitros assinalavam um a cada três jogos. Na época corrente, este rácio baixou para metade (um penálti a cada seis partidas) e não há uma única pessoa convencida de que tal se deva à inexistência de faltas na grande área mas tão-somente ao pavor de que os árbitros se foram deixando tomar, perante a perspectiva de poderem tomar uma decisão errada sem volta atrás. Os oito penáltis que foram assinalados nas primeiras seis jornadas do actual campeonato representam menos de metade dos verificados em igual número de jornadas nos primeiros anos do século.

RECORDE DE FERREIRA

Pedro Henriques, que dirigiu o dérbi, e segundo alguns especialistas terá deixado por assinalar cinco ou seis faltas que “podiam ser penálti”, já não toma uma decisão dessas há quase dois anos, precisamente desde um dérbi de Janeiro de 2006 em que marcou um para cada lado. Mas nem é dele o recorde.

Cabe a João Ferreira, curiosamente o árbitro que vai hoje dirigir a partida do Benfica (em Leiria), um período excepcional de 21 meses e 24 jogos de 1.ª Liga sem conseguir ver uma falta defensiva dentro de uma grande área. A teoria das probabilidades e a racionalidade estatística dizem-nos que tal é impossível – logo, estaremos perante um árbitro com ‘dificuldade’ em assumir o ónus de tais decisões.

João Ferreira tem um histórico conflituoso com este tema não apenas pelos que deixou de marcar mas sobretudo porque uma boa parte dos 26 que já assinalou desencadearam grandes polémicas e notas negativas. Basta recordar que há 21 meses (!), em Janeiro de 2006, nos minutos finais de um Sp. Braga-Benfica, confundiu o peito com o braço de Nunes e só se livrou da excomunhão bracarense porque ainda validou o golo decisivo, em fora-de-jogo, de Bevacqua.

Nos seus múltiplos erros, o árbitro do célebre golo de Ronny (esse sim, à mão) favoreceu e prejudicou todos os clubes envolvidos sem revelar favoritismos. Tornou-se até mais picuinhas e estabeleceu o recorde de faltas num jogo do último campeonato, o Nacional-Sp. Braga, em que assinalou 55 infracções. Mas todas bem longe das grandes áreas.

ÁRBITROS E PENÁLTIS

ELMANO SANTOS: 1 PENÁLTI EM CADA 3 JOGOS

Com 23 penáltis em 74 jogos, Elmano Santos é o apito mais ouvido na área de rigor, graças a uma facilidade rara em marcar mais que um por jogo. Depois dele, cabe a Paulo Costa uma média também inferior aos quatro jogos por penálti, embora num processo de transformação relativamente ao início

de carreira: nas últimas duas épocas assinalou apenas um.

JOÃO FERREIRA: 24 JOGOS, 21 MESES, 0 PENÁLTIS

Além da condição militar, João Ferreira partilha com Pedro Henriques a mais longa resistência ao penálti, superando mesmo numa semana o árbitro dos dérbis. O período de negação do setubalense começou num Belenenses-Sporting, em que assinalou dois e ainda perdoou outro a Tonel, a 14 de Janeiro de 2006. Seguiram-se 24 partidas da Liga em que não lhe faltaram ocasiões.

PAULO PARATY: 51 penáltis / 211 jogos

LUCÍLIO BAPTISTA: 46 penáltis / 203 jogos

PAULO COSTA: 45 penáltis / 176 jogos

OLEGÁRIO BENQUERENÇA: 35 penáltis / 122 jogos

PAULO BAPTISTA: 30 penáltis / 145 jogos

BRUNO PAIXÃO: 26 penáltis / 126 jogos

JOÃO FERREIRA: 26 penáltis / 105 jogos

O PROTESTO DE CARVALHAL....

Minutos após Paulo Baptista ignorar o escandaloso lance de Gladstone sobre Matheus, Carlos Carvalhal veio revelar que o Vitória não beneficiava de um penálti há mais de um ano (48 jogos).

TEVE RESPOSTA IMEDIATA...

Minutos após Paulo Baptista ignorar o escandaloso lance de Gladstone sobre Matheus, Carlos Carvalhal veio revelar que o Vitória não beneficiava de um penálti há mais de um ano (48 jogos).

PENÁLTIS ASSINALADOS NAS PRIMEIRAS 6 JORNADAS

ÉPOCA 99/00: 18

ÉPOCA 00/01: 13

ÉPOCA 01/02: 20

ÉPOCA 02/03: 22

ÉPOCA 03/04: 11

ÉPOCA 04/05: 20

ÉPOCA 05/06: 7

ÉPOCA 06/07: 8

ÉPOCA 07/08: 8

PENÁLTIS NA LIGA POR ÉPOCA

ÉPOCA 99/00: 76

ÉPOCA 00/01: 79

ÉPOCA 01/02: 110

ÉPOCA 02/03: 81

ÉPOCA 03/04: 77

ÉPOCA 04/05: 69

ÉPOCA 05/06: 75

ÉPOCA 06/07: 44

ÉPOCA 07/08: ?

RANKING DE CLUBES

No século XXI, o Sporting tem sido largamente o clube mais vezes contemplado com grandes penalidades, com um total de 71, mais de 30% melhor que Benfica (48) e FC Porto (44), o dobro ou mais do que os restantes clubes com presenças contínuas na divisão principal. A rotina dos protestos sportinguistas relativamente a esta matéria pode ter uma relação com um hábito mais pronunciado, como se penálti atraísse penálti: mesmo os protestos fazem-se quase sempre no plural, num círculo vicioso de queixas e pressões que noutras décadas dava mais resultado em paragens mais a norte. De resto, o facto mais significativo desta amostra é a perda de influência do FC Porto nos últimos anos em matéria de benefícios directos da sua política agressiva sobre os árbitros – que hoje é bem menos agressiva que a do Sporting e também de meninos de coro quando comparada com os anos gloriosos do ‘Apito Dourado’. Desde que rebentou o escândalo, há quatro anos, e o FC Porto teve de aligeirar as suas conexões nos meandros da arbitragem, o número de penáltis a favorecer os dragões baixou para praticamente metade dos dois rivais de Lisboa; mas, no entanto, o FC Porto nunca deixou de ser a equipa com menos penáltis assinalados contra, apenas dois nos últimos três anos.

SCP: 71

SLB: 48

FCP: 44

SP. Braga: 40

Boavista: 38

Belenenses: 33

V. Guimarães: 30

Marítimo: 26

U. Leiria: 26

Anónimo disse...

visitem e divulguem o blog do Monte do Trigo
http://grupodesportivodemontedotrigo.blogspot.com/

Bastet disse...

http://sports-on-line.blogspot.com/


VOTE NO MELHOR BLOG DO DISTRITO DE ÉVORA!

Anónimo disse...

actualizem o blog.... desistem facilmente

SOCIO_INSATISFEITO disse...

ACTUALIZEM O BLOG POR FAVOR...É UM SERVIÇO QUE FAZEM AOS AOPIANTES E SOCIOS DESTE CLUBE NÃO ACHAM?

FAÇAM ISSO POR FAVOR...

EX ATLETA disse...

parece que descobriram petroleo aqui na Azaruja....
Soube hoje que o meu clube paga ordenados ao nível da 3ª divisão nacional.
Um avançado a ganhar 50 euros por jogo mais 15 euros de prémio = 65 euros por jogo no fim do mês são 260 euros fora as deslocações.
Mais dois ou três jogadores assim como é o caso do Defesa central e dos outros dois, só para quatro jogadores anda a rondar os 1200 euros mês, para os da terra é que não há. Ah e não conto com o que ganha o treinador, onde é que isto vai parar. Para jogarmos á bola não é necessário estas loucuras.

Anónimo disse...

Os outros n�o deviam comparecer aos treinos e jogos

Anónimo disse...

isto ñ é actualizado pk?????????????????????????????????????????????????????????